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Artigo Original
 
Funai A, Pillon SC. Uso de bebidas alcoólicas e aspectos religiosos em estudantes de enfermagem. Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2011 jan/mar;13(1):24-9. Available from: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v13i1.8729.

Uso de bebidas alcoólicas e aspectos religiosos em estudantes de enfermagem1

 

Use of alcoholic beverages and religious aspects among nursing students

 

El uso de bebidas alcohólicas y los aspectos religiosos en estudiantes de enfermería

 

 

Anderson FunaiI, Sandra Cristina PillonII

I Enfermeiro, Mestrando em Enfermagem, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Professor Auxiliar, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Ribeirão Preto, SP, Brasil. E-mail: afunai@usp.br.

II Enfermeira, Doutora em Psiquiatria e Psicologia Médica, Professor Associado, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, SP, Brasil. E-mail: pillon@eerp.usp.br.

 

 


RESUMO

O objetivo do presente estudo foi identificar o padrão de uso de álcool e o comportamento religioso entre estudantes de enfermagem de uma escola pública de Marília-SP em 2008. Um instrumento contendo informações sociodemográficas e o Teste de Identificação de Problemas Relacionados ao Uso de Álcool (AUDIT) foram utilizados. Resultados: a amostra foi composta por 78,2% dos estudantes matriculados, sendo: 92,6% de mulheres, média de idade 20,9 anos, 64,8% católicos, 60,7% frequentam reuniões religiosas uma vez/semana, 87,7% dos familiares praticam alguma religião. Padrão de consumo de álcool de acordo com o AUDIT – 79,5% abstêmios ou de baixo risco e 20,5% faziam uso problemático. O comportamento religioso não se caracterizou dentre os fatores de proteção para o uso de álcool, que foi maior entre os de religião espírita. Conclui-se que o consumo de álcool e os aspectos religiosos são temas complexos que podem ser investidos nos programas preventivos no âmbito universitário.

Descritores: Estudantes de enfermagem; Saúde Mental; Alcoolismo; Religião.


ABSTRACT

The aim of the present study was to identify the pattern of alcohol use and the religious behavior among nursing students from a public school of Marília-SP in 2008. It was used an instrument containing sociodemographic informations and the Alcohol Use Disorders Identification Test (AUDIT). Results: The sample comprised 78.2% of the enrolled students: 92,6% women; mean age of 20,9 years old; 64,8% were Catholic; 60,7% attending religious meetings once a week; and 87,7% of the family members practicing any religion. Pattern of alcohol consumption according to AUDIT – 79, 5% were abstainers or were at low risk, and 20,5% presenting hazardous alcohol use. Religious behavior was not characterized as a protective factor against the use of alcohol, which was higher among the practitioners of Spirit Doctrine . It was concluded that alcohol consumption and the religious aspects are complex themes that might  be considered in prevention programs at college scope.

Descriptors: Students, Nursing; Mental Health; Alcoholism; Religion.


RESUMEN

El objetivo del presente estudio fue identificar el patrón del uso de alcohol y el comportamiento religioso entre los estudiantes de enfermería de una Facultad pública de Marília – SP en 2008. AUDIT como referencia. Resultados: el simulacro se compuso por  estudiantes matriculados, la mayor parte compuesta por mujeres, con edad media de 20,9 años, católicos, que frecuentam reuniones religiosas una vez/semana, y sus familiares practican alguna religión. El patrón de consumo de alcohol conforme el AUDIT – 79,5% abstemios o de bajo riesgo y 20,5%  hacian uso de forma problemática. El comportamiento religioso no se caracterizó dentre los factores de protección contra el uso del alcohol que fue mayor entre los de religión espírita. Se concluye que el consumo de alcohol y los aspectos religiosos son temas complexos que pueden ser utilizados en los programas preventivos en el ámbito universitário.

Descriptores: Estudiantes de enfermería; Salud Mental; Alcoholismo; Religión.


 

 

INTRODUÇÃO

Os problemas relacionados com o uso do álcool são variados e interferem em diversos aspectos da vida da pessoa. Sua repercussão no Brasil representa preocupação social e um grande problema de saúde pública. Os estudantes universitários têm sido objeto de diversos estudos(1-5) por constituírem um grupo de maior vulnerabilidade para diversos comportamentos de risco, em que o consumo do álcool está associado. Dessa maneira, dentre as preocupações estão as consequências para a saúde desses jovens e os comportamentos que o uso da bebida pode causar.

A literatura(1,3,6-7) é ampla e evidente sobre as consequências do consumo de bebidas alcoólicas, principalmente no âmbito da saúde e os problemas sociais para esses jovens. Como exemplo o dirigir após ingerir bebida alcoólica, acidentes automobilísticos, envolvimento em brigas e discussões, sexo sem proteção e baixo desempenho acadêmico caracterizado por maior ocorrência de faltas, chegar atrasado nas aulas, dormir em aula, menores rendimentos na sala de aula, conceitos finais nas disciplinas e frequência à biblioteca(1,3,6-7).

Dentre as pesquisas realizadas com estudantes universitários(3,8-9), tanto a religião como a espiritualidade destacaram-se como fatores de proteção em relação ao uso de álcool. Os estudos citados apontaram porcentagens importantes de estudantes que não possuíam vínculos religiosos e que faziam consumo problemático de bebidas alcoólicas, ainda os estudantes que pertenciam à religião católica/espírita apresentaram maior consumo em relação aos evangélicos.

A religiosidade vem sendo apontada como importante fator de proteção para a saúde, no entanto busca-se compreender melhor como esta variável influencia positivamente a saúde mental(10).

Uma revisão de literatura(11) envolvendo 14 estudos internacionais desenvolvidos no período de 1976 a 2002 entre estudantes universitários identificou que a dimensão religiosa esteve relacionada com a modulação do uso de álcool e drogas e concluiu que o fato de estar vinculado a uma religião e ter envolvimento com padrões de religiosidade propiciavam ao indivíduo participar e aceitar um conjunto de valores, símbolos, comportamentos e práticas sociais, em que a aceitação ou a recusa do uso de álcool/drogas estava inserida.

Estudos nacionais revelaram que o álcool está muito presente na vida dos estudantes(1-7). Em Manaus(1), o uso do álcool foi relatado por 87,7% dos estudantes e não apresentou diferença entre gêneros; já em São Paulo(2), indiferente de estar ou não vinculado a uma religião, esses índices não se diferenciaram, 83,1 a 89,3%; e por fim, o estudo apontou que os alunos com renda familiar alta e sem religião apresentaram maior risco de consumo de drogas.

A literatura(1,3) geralmente apresenta a religião como uma variável sociodemográfica. Esses autores consideram que os elementos relacionados à religião precisam ser mais investigados para conhecer melhor como esta modula o uso do álcool. Nesse contexto, vale ressaltar que não foram identificados estudos nacionais que abordam a questão da religião como fator de proteção para o uso do álcool entre estudantes universitários. Para finalizar a questão conceitual, aos elementos relacionados com a religião atribui-se o nome religiosidade, conceituada como um sistema organizado de crenças, práticas, rituais e símbolos criados para facilitar a aproximação com o sagrado ou o transcendente(12).

Mediante a escassez de estudos que envolvem essa temática, o presente estudo teve como objetivo identificar o padrão de uso do álcool e avaliar sua relação com os aspectos da prática religiosa entre os estudantes de enfermagem de uma escola do interior paulista.

 

MÉTODO

Trata-se de um estudo do tipo transversal de abordagem quantitativa. A pesquisa foi realizada em uma escola pública de enfermagem de Marília-SP em 2008. Todos os 156 (100%) alunos matriculados no Curso de Enfermagem foram convidados a participar da pesquisa. Desses, 122 (78,2 %) responderam o questionário por completo, os demais não estavam presentes na sala de aula no momento da coleta dos dados ou não preencheram os critérios de inclusão definidos como ter 18 anos ou mais de idade e aceitar participar da pesquisa.

O questionário utilizado na coleta de dados foi constituído por a) informações sociodemográficas (sexo, idade, estado civil, religião), b) aspectos religiosos (frequência a festas e práticas religiosas) e c) o Teste de Identificação do Uso do Álcool (AUDIT), que foi desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde(13). Em diversos países, o teste do AUDIT tornou-se muito utilizado por ser um instrumento de fácil aplicação e baixo custo, e está composto por dez questões. O escore total varia de zero a 40 pontos que identifica os níveis ou zonas de risco do consumo. Para a leitura do teste, no presente estudo, a pontuação foi dividida em duas categorias, de forma que se identifica: a) menor que oito pontos: representa os abstêmios ou o uso de baixo risco e b) oito pontos ou mais: significa o uso problemático do álcool. A literatura propõe o uso do AUDIT em diversas populações, incluindo os estudantes universitários(14).

A coleta de dados foi realizada em três dias letivos do segundo semestre de 2008, em datas previamente agendadas pela coordenadora do curso de enfermagem e contou com a colaboração dos professores para a sua viabilização. O projeto de pesquisa foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto sob o Protocolo de n° 0924/2008, de acordo com as normas da Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Os estudantes participaram do estudo mediante a aceitação voluntária e assinatura no Termo de Consentimento Livre-Esclarecido. Foi utilizado o software SAS 9.0 para a execução da análise estatística. Evidências de associação ao nível de 0,05 de significância podem ser observadas se o valor 1 (um) não estiver contido nos intervalos de confiança. Na regressão logística foram calculados odds ratios brutos (variável resposta cruzada com uma co-variável) e também odds ratios ajustados por todas as variáveis explicativas.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O curso de enfermagem da escola estudada tem entrada anual e adota o sistema seriado de curso, os estudantes participantes da pesquisa estavam distribuídos em todos os anos do curso.

tabela1

A amostra foi composta por 122 (78,2%) estudantes de enfermagem, em que dentre as características sociodemográficas houve o predomínio do sexo feminino, 113 (92,6%); jovens com média de idade de 20,9 anos (Dp±1,96 anos), variando entre 17 a 28 anos; quanto ao estado civil, 118 (96,7%) eram solteiros. Esses dados corroboram os apresentados na literatura(1-4,15).

tabela2

A prevalência de mulheres nos cursos de enfermagem e de profissionais que atuam nos serviços de saúde é facilmente observada empiricamente. Esse fato pode ser justificado, uma vez que a prática de cuidar sempre esteve associada ao sexo feminino desde as civilizações pré-patriarcais até os dias atuais. Assim, o cuidar devia pertencer a quem incorporasse em si a própria natureza, logo, uma vez que a mulher incorporava a natureza, esta também deveria ser dominada, assim como tudo que não pudesse ser explicado racionalmente como a magia ou o desconhecido(16).

Quanto aos aspectos religiosos, 79 (64,9%) professavam a religião católica, 74 (60,7%) frequentaram pelo menos uma vez por semana culto/reunião de cunho religioso e ainda 107 (87,7%) possuíam algum familiar praticante de alguma religião.

tabela3

Pesquisas envolvendo aspectos da vida religiosa de estudantes universitários relacionando o uso de substâncias psicoativas têm aumentado nos últimos dez anos. No entanto, não são comuns no Brasil. Um estudo(2) desenvolvido em São Paulo investigou três variáveis relacionadas ao comportamento religioso e observou que estes influenciavam o padrão de consumo de álcool. Neste estudo, a maioria dos estudantes pertencia à religião Católica.

O uso problemático de álcool foi identificado por meio do AUDIT (Tabela 4) e observado em 25 (20,5%) dos estudantes de enfermagem. Os demais 97 (79,5%) obtiveram pontuação abaixo de oito, sendo identificados como abstêmios ou usuários de baixo risco.

tabela4

Pesquisas que utilizaram o AUDIT em estudantes de enfermagem(3,15,17) identificaram níveis de uso problemático de álcool variando de 20,5% a 25,7%. Estes dados apontam que uma parcela considerável de estudantes de enfermagem bebia em níveis prejudiciais, justificando, assim, a importância da realização de pesquisas relacionadas ao uso de substâncias psicoativas na tentativa de uma melhor compreensão desse fenômeno e criação de estratégias de prevenção.

Ao comparar a pontuação do AUDIT e as variáveis sociodemográficas por meio da análise da regressão logística, não foi identificada uma associação entre as variáveis (Tabela 4). No entanto, vale ressaltar que os estudantes bebedores problemáticos que declararam pertencer à religião espírita foram os que apresentaram maiores porcentagens entre o grupo (35,2%) e os católicos e os evangélicos apresentaram porcentagens semelhantes a 16,5%. Nos estudos desenvolvidos(2-3,11) com estudantes, os afiliados à religião espírita têm apresentado maior índice de uso de álcool quando comparados a católicos e evangélicos, configurando-se possivelmente em um grupo de risco.

No presente estudo observou-se que a minoria dos estudantes era do sexo masculino (N=9), e quando comparado o sexo e a pontuação do AUDIT, identificou-se que proporcionalmente os homens bebiam em níveis problemáticos aproximadamente 4,2 vezes mais que as mulheres. A esse respeito, estudos apontam que geralmente quando a amostra é composta por mulheres o consumo em níveis de risco está mais presente entre os homens(3). Uma pesquisa desenvolvida nos anos de 1996 e 2001(18) não apontou diferença para o uso de álcool entre o gênero, tendo sido observadas somente diferenças significativas para as drogas ilícitas em estudantes de áreas distintas (Humanas, Exatas e Ciências Biológicas). Ao comparar o estado civil e a classificação no AUDIT, observou-se que todos os alunos (N=23) que obtiveram pontuação igual ou maior que oito se declararam solteiros.

Ainda na Tabela 4, observa-se que os estudantes (N=21) que frequentavam até uma vez/semana cultos e missas foram classificados como usuários problemáticos de álcool, apresentando risco de 1,4 vezes mais do que os que declararam que frequentavam mais de uma vez/semana (N=2).

Outra variável do presente estudo refere-se a possuir família praticante de alguma religião e o uso de bebidas alcoólicas em níveis problemáticos, o que não foi identificado como um fator de proteção para o uso do álcool. Assim, 20,9% responderam que possuem familiares praticantes e foram classificados como usuários problemáticos de álcool, enquanto 7% não possuem um familiar praticante.

A presente pesquisa buscou identificar as variáveis relacionadas com os comportamentos religiosos dos estudantes e os resultados encontrados não foram evidenciados como fatores de proteção.

Quanto à abordagem sobre religiosidade/espiritualidade nos currículos dos cursos da área da saúde, este ainda é um tema muito pouco explorado, principalmente o da enfermagem (lembrando que se trata de um aspecto da vida humana que interfere nas condições de saúde, principalmente em indivíduos que enfrentam condições graves de enfermidade)(12), sendo necessário repensar a tradição organicista e tecnicista ofertada nos cursos de saúde para a prevenção e tratamento dos problemas de saúde(19).

Este estudo investigou o padrão de uso de álcool e o comportamento religioso apenas. Nesse sentido, ainda são necessárias outras pesquisas que explorem outras variáveis para compreensão deste fenômeno e a realização de avaliações durante a vida universitária.

Por se tratar de um estudo transversal, deve-se considerar que existem limitações, como constituir-se de uma amostra pequena que não permite extrapolar os resultados obtidos para outras populações e por representar a realidade de um grupo em um momento específico da aplicação de um instrumento.

 

CONCLUSÃO

O consumo de álcool entre estudantes universitários e o comportamento religioso são temas complexos e importantes que ainda são pouco explorados, no entanto mensurar este comportamento tem configurado uma tarefa difícil.

Na literatura nacional não foi publicado até o momento nenhum trabalho com ênfase no comportamento religioso com estudantes universitários, neste estudo o comportamento religioso não foi evidenciado como fator de proteção para o uso problemático de álcool. Dessa forma, conhecer além dos índices do uso, a afiliação religiosa e a frequência às reuniões/cultos de cunho religioso, torna-se fundamental para compreender como os aspectos religiosos modulam o uso de substâncias psicoativas por estudantes como tem sido apontado em estudos nacionais e internacionais.

Recomenda-se o desenvolvimento de pesquisas envolvendo estudantes universitários de seguimento longitudinal durante a vida acadêmica para verificar a influência do comportamento religioso no padrão de uso de bebidas alcoólicas e outras drogas durante este período. Ainda assim, as informações apresentadas no artigo são relevantes, tendo em vista que se trata de um estudo original numa área pouco explorada e com poucos dados de pesquisas disponíveis e que chama a atenção para a abordagem preventiva do uso abusivo de bebidas alcoólicas no âmbito universitário.

 

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Artigo recebido em 27.02.2010.

Aprovado para publicação em 15.02.2011.

Artigo publicado em 31.03.2011.

 

 

1 Esta pesquisa faz parte dos resultados da Dissertação de Mestrado de Anderson Funai, desenvolvida junto ao Programa de Enfermagem Psiquiátrica, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, e teve apoio da CAPES com bolsa de estudo.

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